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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Chinatown

Mar de fruta
Tanta fruta
Quem desfruta
Não diz fruta
E nada. Nada. Nada.

Eu descobri Chinatown
Eu descobri um mundo novo

Há a Lua
Há o Sol
Arte nua
Um lençol
E tudo. Tudo. Tudo.

Eu descobri Chinatown
Eu descobri um mundo novo

Entre dentes
Entrem todas
Noite ardente
Manhã do céu descoberto
Sem estrelas mas com o peito marcado

Eu descobri Chinatown
Eu descobri um mundo novo.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

quinta-feira, 23 de junho de 2011

C R Ú

















sem tretas. sem truques. sem meios termos.
com cor. com luz. comigo.

Contar até três

Um dois três
Fugir escapar romper
Um dois três
Partir dançar gritar
Um dois três
Rir gozar cheirar
Um dois três
Correr perder fazer
Um dois três
Cantar ouvir roubar
Um dois três
Corar suar morder.

Três... dois... um.

está tudo aqui

ironia

NQAUOESREOIEOSQTUAERFCAOZNETRI.G.O.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

terça-feira, 21 de junho de 2011

O Verão é um mundo inteiro

A divisão é a "operação aritmética pela qual conhecemos quantas vezes uma quantidade está compreendida noutra." Aqui nem a calculadora é recomendada.

O Mondego não é mar. O Mondego morre na Foz.
No Mondego não dorme o Sol nem vive o Sal.
À beira do Mondego há história, cidade, saudade.
À beira do Mondego são retratos tempo inteiro.
Ai ai Mondego... porque me tramas.

No meio de todo o encanto até a ajuda que surge quase mata.
Ajuda de cara lavada. Ajuda semi-abençoada. Ajuda da porta alta.

O Brasil diz-se Verão. O Brasil é mito, ordem ou progresso.
No Brasil está muito frio. Europa é liberdade.
Ausência de regras ou barreiras. Reza-se a beleza.
O Brasil é sal no rosto. O Brasil quer voltar. O Brasil é Tropical.
Ai ai Brasil... porque me tramas.

Ajuda do orgulho e da prisão. Ajuda que exige revolução ou um não.
Ajuda bem-me-quer. Ajuda que a terra faz tremer.
Ajuda que teme verdades. Ajuda que desajuda.
Ajuda que ajuda exalta. Ajuda que não reconheço.
Ajuda mágica e do encanto que não quer adormecer
com medo do sonho entrar.
Ajuda dos olhos eternos. Ajuda que estragos faz.
Ajuda das complexidades.
Ajuda do sinal delicado. Ajuda que comparo a esquilos.
Ajuda que não posso aceitar. Ajuda que escreve desejo quando sorri.
Ajuda? Explosão de granadas laranjas e limões...
Ajuda é o que me pede, quando eu é que devia pedir.
Não me apetece pensar.
Ai ai Ajuda... porque me tramas.

sábado, 18 de junho de 2011

Que confusão

Estava muita gente.
Gente que não via há anos.
Gente que não queria ver.
Gente que sorria sempre.
Gente que estava perdida.
Gente grega e polaca.
Gente minha nostalgia.
Gente recordações de eternidade.
Gente família ímpar.
Gente que me quer bem.
Gente que mal me quer.
Gente de todas as idades.
Gente bem e mal vestida.
Gente gira e gente falsa.
Gente eufórica ou petrificada.
Gente que não podia evitar mais.
Gente especial, gente banal.
Gente. Gente. Gente.

Tenho o coração dormente.
E será sempre assim.

sábado, 30 de abril de 2011

sábado, 16 de abril de 2011

Por isso

Independentemente de não ser hoje o Foi
Reajo com agrado aos ecos reticentes das boas lembranças
Inocentemente bato palmas duas vezes num ápice e chamo estrelas
No mês em que o regresso ficar ficou
Até que madeira cause vertigens pois sei que vai dar.