Esta é a história de umas uvas e de uma mulher.
Até já uivas sem graínha
Dona Senhora não minha
Atenta cegas trilhos
Arbustos que arredondam
E fruto que não é colhido
Fruto do mais puro dos egoísmos.
Gárgulas de pedra que assombra
Terá cor quando escreveres
Até já uivas sem graínha.
Até já uivas sem graínha.
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