Eu bem sei que tu também
Não sabes o que ser
Bem eu sei que tu também
Não receias viver
Eu sei bem o que te amei
O que ficou por dizer
Debaixo do limoeiro
Que vimos nascer
Desamarra.
Não sabes o que ser
Bem eu sei que tu também
Não receias viver
Eu sei bem o que te amei
O que ficou por dizer
Debaixo do limoeiro
Que vimos nascer
Desamarra.
Quem não vê, já não agarra.
Negoceia a viagem.
Amada inconstante
Senhora das Indecisões
Dá doce certeza laranja
Azedos os limões
E se não me quiseres dar
Insistires na razão
Rezarei ordem maior
A ordem do coração.
Senhora das Indecisões
Dá doce certeza laranja
Azedos os limões
E se não me quiseres dar
Insistires na razão
Rezarei ordem maior
A ordem do coração.
Pedro de Tróia e Manuel Fúria
Lisboa, Outubro de 2010
Continuo a defender a aprazibilidade dos limões, mas já ouvi por repetidas vezes que estou quase só neste mundo cruel onde um fruto amarelo e de tão distinta simetria é desprezado...
ResponderEliminarAdorei o que escreveste...não só neste post, em todos! De facto, és uma espécie de quase siamês literário. Vou postar os meus poemas. Sem medo, afinal, medo de quê? Se liberto o que me está cravado na alma, é lógico que o partilhe, ou continuará a ser algo só para mim, e nunca atingirá o seu propósito de liberdade...
ResponderEliminarBeijinhos,
Sofy